sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Drones - Isabela Faria Fragueiro (20648474)/ José Haroldo Marsola Junior (20700663)/ Julia Pasquinelli Amaral de Abreu (20649696)/ Tassilo Nestores Mader (20633584)

NOME: Isabela Faria Fragueiro                                                 RA: 20648474
             José Haroldo Marsola Junior                                                20700663

             Julia Pasquinelli Amaral de Abreu                                        20649696

             Tassilo Nestores Mader                                                        20633584

Uso de drones na construção civil

O drone (termo em inglês que significa zangão) ou veículos aéreos não tripulados (Vants), vem se tornando cada dia mais comum em atividades comerciais e industriais. Com uma tecnologia desenvolvida inicialmente para fins militares e uso exclusivo do exército, logo passou a ser utilizados na indústria cinematográfica, shows, grandes eventos e na área esportiva. O equipamento foi se popularizando aos poucos, principalmente por conta do preço elevado (os primeiros modelos custavam mais de R$ 200 mil). 
Antes associadas apenas a monitoramento, as máquinas foram utilizadas recentemente para entrega de livros na Austrália, medição de radiação no Japão e até para ampliar o acesso ao Facebook em áreas sem internet.
Desde 2008, tornou-se uma peça fundamental na construção civil nos Estados Unidos, Europa e agora no Brasil
Considerado uma das maiores inovações dos últimos tempos, o drone requer um investimento a partir de US$ 2,5 mil (cerca de R$ 5,2 mil). Alguns modelos chegam a custar muito mais, dependendo das atividades destinadas. Podem auxiliar órgãos de segurança pública, produzir fotografias aéreas, monitorar as lavouras e inspecionar áreas para fins comerciais. Realiza um vôo inteligente, utilizando GPS para voltar ao ponto de origem sozinho caso haja algum problema.
Os drones são hoje realidade em vários setores, sendo usados nas áreas de energia, mineração, agricultura, rodovias e construção civil, além de ajudarem no trabalho de órgãos policiais, ambientais e de defesa civil
Existem drones para diferentes funções. Alguns servem especificamente para a captura de imagens e estudos de área. Outros modelos mais avançados, que chegam a custar R$ 35 mil, têm aplicação mais voltada para a engenharia. Há equipamentos para análises territoriais, mapeamentos em alta definição e elaboração de modelagens em 3D.
O País já conta com 15 das 44 indústrias de drones na América Latina, e reúne ao menos outras cinco desenvolvendo sistemas.
Na construção civil, os drones podem ser utilizados tanto para estudar os terrenos para a implantação de novos empreendimentos, quanto para auxiliar as vendas e, posteriormente, o acompanhamento das obras pelos compradores dos imóveis através de imagens feitas em diversos ângulos do canteiro de obras. As fotos e vídeos aéreos dos empreendimentos em construção são publicados no site das incorporadoras e atualizados periodicamente. Dessa forma, o comprador pode visualizar o entorno do edifício e conferir cada andar com bastante fidelidade.



Os serviços mais comuns na construção civil são:
- Identificação de limites de terreno
- Levantamento topográfico (pode substituir a estação total e o laser scanner, pois são capazes de levantar automaticamente curvas de nível e fazer os cálculos de áreas e volumes)
- Mapeamento aéreo
- Acompanhamento da obra (monitoramento e fiscalização)
- Inspeção de Estruturas


Mas mesmo com essa popularização, seu uso ainda não é regulamentado. 
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estuda como esses equipamentos devem operar. Devem ser autorizados voos de drones de até 25 quilos em lugares públicos como parques, praças, praias e estádios, a uma altura máxima de 120 metros, num raio de cinco quilômetros do local de voo e não poderá haver aeroportos.

A autorização terá que ser dada pelo responsável por esses locais (governos e prefeituras) e todos os presentes nestes espaços devem estar cientes do uso do equipamento. A obtenção da autorização depende do cumprimento de uma série de exigências e entrega de documentos à Anac.




As vantagens oferecidas pelos drones:
- Economia de tempo (enquanto uma equipe de topografia poderia levar semanas para levantar uma área de 100 hectares, dependendo do grau de detalhamento, um drone pode sobrevoar esta área em menos de meia hora)
- Alcance e a maior segurança, reduzindo inclusive índices de acidentes de trabalho (as máquinas podem chegar a lugares perigosos para os humanos)
- Redução de custos (dispensa o aluguel de aeronaves que antes eram contratadas para fazer as imagens aéreas das obras e custos de campo tais como combustível e logística)
- Acompanhamento da obra de vários ângulos, verificando a evolução da obra com documentação fotográfica (presença de câmeras fotográficas e de vídeo em alta resolução)
- Mapeamento da área onde o projeto será realizado, avaliação de viabilidade e geração de pré-projetos
- Ferramenta de relacionamento com o cliente, que poderá receber mensalmente o registro das obras personalizado, sendo projetar melhor a vista do apartamento antes mesmo de estar pronto
Esta tecnologia inovadora deverá se tornar uma das principais empregadas no mapeamento e monitoramento de obras na engenharia.




Fontes:
- Luiz Roberto Marques (Engenheiro Civil, fiscal de obras da Superintendência do Espaço Físico da Universidade de São Paulo - Regional do Campus de Ribeirão Preto-SP)
- DroneShow Latin América
- Revista téchne (edição 222 – setembro 2015)
- Associação Internacional de Veículos não Tripulados (AUVSI) e a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde). 
- canaltech (Drones chegam ao setor de construção civil no Brasil)
- SINDUSCON – BA



Drones - Denice Ribeiro da Silva (20719288), Evelly Caroline Borges de Souza (20733166), Fernanda Mascarenhas da Silva (20648232),Joyce dos Santos Silva (20669994)

Drones

O drone é um equipamento capaz de voar e é manobrado através de um controle remoto. Nos últimos meses os drones tem chamado mais atenção e eles são equipados para resistir a vários tipos de trabalhos, incluindo os mais pesados e também em ambientes de difícil acesso. 

A associação mais simples para entender o que são drones, e mesmo para que servem, é lembrar de brinquedos de controle remoto. O conceito é simples: com um controle via rádio, você pode manobrar um drone sem tocar nele. No geral, estes aparelhos são concebidos para realizar tarefas arriscadas ao ser humano ou ferramentas para trabalhos que ninguém quer realizar.





O equipamento, que vem do aeromodelismo, permite imagens em diversos ângulos de empreendimentos em andamento. Segundo um dos sócios da Drone Images, empresa de São Paulo, Ricardo Gonçalves da Fonseca, a maioria dos clientes contrata os serviços para levantamento de área, para base cartográfica e definição de projetos. “As imagens obtidas ajudam a estabelecer qual o projeto ideal para a área que se tem definida”, diz. Os drones ainda podem ser utilizados na construção civil para acompanhamento da obra, inclusive munir as construtoras de imagens e ajudá-las a argumentar na hora da venda. Ou seja, o cliente interessado em um imóvel pode ver detalhes que não seriam possíveis sem ou auxílio de imagens aéreas.



Outra vantagem é a redução de custos, primeiro porque o acompanhamento da obra de vários ângulos pode ajudar a otimizar recursos utilizados na construção. Depois, porque uma imagem aérea comum depende do aluguel de uma aeronave, de horário marcado com piloto e tem custo mais elevado que o serviço feito por meio dos drones.




http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/10/o-que-sao-e-para-que-servem-os-drones-tecnologia-invade-o-espaco-aereo.html



quinta-feira, 8 de outubro de 2015

V2B - Bianca Lopes (20730913), Caroline Santana (20649304), Mayara Bulterman (20683772), Priscila Perez da Silva (20697928), Renan Vieira (20175152), Samantha Araújo (20730895)


Drones




• Veículos aéreos não tripulados (VANTs) ou, mais conhecidos como drones, são usados para mapeamento de áreas, além de atividades complementares como a avaliação de viabilidade e a geração de pré-projetos, entre outras.

• O Drone é uma tecnologia de aquisição de dados da Fotogrametria, assim como a Estação Total é da Topografia. A Fotogrametria coleta informações dos objetos remotamente não sendo assim necessário que ocupe o objeto de interesse. Enquanto a Topografia utiliza o solo como meio de aquisição de dados, a Fotogrametria utiliza o espaço aéreo e ambas as ciências tem o mesmo objetivo “coletar informações georreferenciadas” e representar estas informações em forma de mapa.

• Basicamente um projeto de Fotogrametria é dividido em três fases: Planejamento do Voo, Execução do Voo e Processamento dos Dados. No Planejamento do Voo serão definidos dados como a altura do voo, resolução do mapeamento, quantidade de imagens fotografadas, quantidades de faixas de voo, basicamente você deverá conhecer qual será a área mapeada para isto geralmente é utilizado o Google Earth, com a posse da área e suas dimensões são definidos os parâmetros do voo. Na Execução do Voo é realizado o voo fotografando a área de interesse e caso o projeto exija uma alta precisão são coletados os pontos de controle (alvos) em solo. Por fim no Processamento dos Dados onde por meio das imagens coletadas e das informações do voo estes serão processados em softwares específicos e gerados os principais produtos.



• Uma equipe de topografia pode demorar semanas para levantar uma área de 100 hectares dependendo do grau de detalhamento, enquanto um drone pode sobrevoar a mesma área em menos de meia hora. A topografia realizada com Drones é mais rápida e mais ágil, principalmente para locais com difícil acesso ou com grandes extensões.

• No geral, estes aparelhos são concebidos para realizar tarefas arriscadas ao ser humano ou ferramentas para trabalhos que ninguém quer realizar.


• Por ser uma tecnologia cara, seus produtos são destinados aos órgãos públicos principalmente grandes centros que utilizam para implementar seus planos diretores e para realizar uma gestão estratégica do seu território e grandes empresas de engenharia que utilizam seus produtos em grandes obras de engenharia, principalmente em obras de rodovias.




Bibliografia:


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Fernanda Garbin RA:20696926, Ivana Lira RA:20642827, Jéssica Deziderio RA:20501845, Maria Laura Soares RA:101142030, Nathalia Baldelli RA:20572293, Tatiane Nascimento RA:20690993

DRONES






1 O drone é um equipamento capaz de voar que é manobrado através de um controle remoto. O seu nome vem do inglês que significa "zangão", nome atribuído devido ao barulho produzido enquanto voa pois lembra um insecto. Muitos deles parecem brinquedos de aeromodelismo ou até mesmo helicópteros de controlo remoto, mas a diferença está na tecnologia empregada, geralmente muito mais complexa que em meros brinquedos. Muitos desses drones possuem GPS e câmara fotográfica, podendo ser programados para o monitoramento do terreno, tirando imagens aéreas, facilitando o estudo da topografia do terreno. 

As utilidades vão além do convencional, não são realmente brinquedos apesar de poderem ser usados como tal, uma vez que a maior parte deles possuem câmaras de alta resolução. Os drones podem ser utilizados para diversas finalidades envolvendo captura de imagens aéreas, seja para fins de lazer, comerciais ou militar.





                          

  
  2. Estudo de caso de aplicação:
  
  Na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) na USP, em Piracicaba, pesquisadores do Departamento de Engenharia de  Biossistemas (LEB) mostram que os drones também podem ser aliados da  ciência. Rubens Duarte Coelho, docente do LEB, coordena um projeto de  pesquisa que contempla a introdução desta nova tecnologia. “Com os  drones abrem-se novos horizontes para a Agricultura de Precisão nas  áreas de produção agrícola no Brasil”. O professor Rubens comandou o primeiro voo do novo “drone” vinculado ao LEB. O voo inaugural do helicóptero aconteceu na Fazenda Areão (estação experimental da Esalq), no campo de irrigação por pivô central, espaço onde  pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de  Engenharia de Irrigação (INCT-EI) realizam seus estudos. “A utilização de veículos aéreos não tripulados tem despertado atenções em diversos segmentos da sociedade. No caso do setor agrícola, especificamente, a grande vantagem é a precisão com que se pode detectar e monitorar grandes áreas quase que em tempo real. É uma realidade de sensoriamento remoto nunca antes imaginada, com alta definição e alta frequência de captura das imagens aéreas”, explica Duarte Coelho.




3. Fontes:

http://www5.usp.br/31918/uso-de-drones-na-agricultura-de-precisao-e-tema-de-estudo-na-esalq/

http://economico.sapo.pt/noticias/saiba-o-que-e-um-drone-e-para-que-serve_214919.html












terça-feira, 6 de outubro de 2015

Estações Totais (V2C) - Bruno Kozseran (20653251), Giovanna Novaes (20649825), Gabriel Farias (20695756), Jaqueline Ogaua (20545380), Jhonata Silva (20700380), Julia Ketrin (20617018), Maria Tereza Bueno (20716114), Thyala Dias (20531774)

ESTAÇÕES TOTAIS


    O que é:


    Estações totais também chamados de taqueômetro, é o aparelho da junção do teodolito eletrônico digital com distanciamento eletrônico e um coletor de dados, podendo então dessa maneira medir e gravar ângulos e distância ao mesmo tempo.  Algumas usam um prisma de vidro como refletor, porém a maioria delas fazem essas medições através de scanner eletro-óptico de extrema precisão.Essas estações também são capazes de armazenar e fazer alguns cálculos dos dados colhidos em campo, as informações podem ser enviadas para um computador e um aplicativo irá gerar um mapa da área estudada. 


    Para que serve:

    É um equipamento para medições topográficas, com ela é possível determinar ângulos horizontais, verticais e distâncias do instrumento até os pontos a serem examinados. Devem também ser utilizadas sempre que forem necessárias determinar as posições e as cotas ou somente as posições dos pontos.



    Como usa:

    Para fazer a medição é necessário que posicione a estação total sobre um ponto no solo, chamado de estação do instrumento, onde deseja trabalhar. Abra as pernas do tripé e posicionar a parte superior sobre o ponto, tendo o cuidado de deixá-lo nivelado, ajustando o tripé até a altura confortável, assim empurrando com cautela no solo para a estabilização, e então ira centraliza-lo sobre o ponto olhando através do prumo até encontrar o ponto. Quando o nível de bolha estiver centralizado entre suas duas linhas estar com o prato nivelado, após esse processo virar o instrumento há  90° centralizando sobre o terceiro nível de bolha, com a sequência de ajustes realizada até que o nível fique centrado ao longo de uma rotação.  Tenha um assistente para andar até o segundo ponto e colocar a base da haste, no centro do ponto. Ajuste a altura da haste até que o operador da estação possa ver o prisma. Verificando se o prisma está voltado para o instrumento, alinhar o localizador de mira óptica com o prisma. Após todo esse processo usar os botões de ajuste na forma horizontal e vertical e pressionar o botão ‘’REC’’ para gravar os dados.
    Com auxílio de trigonometria, o uso em distâncias para cálculos de coordenadas em posições atuais entre os pontos examinados em relação a pontos conhecidos, em termos absolutos.
    A informação passada por esses cálculos são enviados para um computador que irá um mapa da área ali estudada. Em alguns casos, tipos de estações tem uma interface de GPS, que com combinações entre essas duas tecnologias ambas para fazer  uso com vantagens, esse modelo com interface de GPS não necessita o estudo entre os pontos estejam na linha de visão. Essas estações totais usam um prisma de vidro como função de refletor para o sinal, essa medição pode ser a distâncias até quilômetros, mas alguns instrumentos não possuem refletores e podem medir distâncias de objetos que estão distintos por cor, limitando-se a poucas centenas de metro.


    Principais características:

    Suas características principais além de equipamentos topográficas para medições, também são usados para medir a velocidade de viagem de um automóvel, registrador de conduções no caso para transportes públicos ou catracas. 




    Aplicação do equipamento na Arquitetura ou na Engenharia:

    Em áreas como engenharia, agronomia e arquitetura, a partir de projetos previamente elaborados e estudos contém suas obras. Cabe a topografia de que projetos sejam executados com maior precisão e corretamente na área onde será executado.
   Na engenharia é necessário o levantamento topográfico do onde a obra será implantada, assim também como na arquitetura. Dentre vários equipamentos de auxilio e suas divisões na topografia o Taqueométrico (estado total) tem por finalidade a determinação das distâncias horizontais e verticais, de maneira indireta, através da resolução de triângulos retângulos situados no plano vertical. Sua principal utilização e a facilitação em áreas como engenharia e a arquitetura é em terrenos acidentados onde a determinação direta torna-se inviável.


FONTES:
http://sstopografia.com.br/como-funciona-e-pra-que-serve-uma-estacao-total/
http://www.leica-geosystems.com/downloads123/zz/general/general/brochures/Surveying_pt.pdf
http://www.mast.br/multimidia_instrumentos/teodolito_atualidade.html

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

ESTAÇÕES TOTAIS - V2C Tamirys Franco de Menezes 20713118; Katherine Lanfredi 20655549; Jessica Micheli Jardim Cordeiro 20693420; Caroline Fidelis de Oliveira 20533570; Camila Milis Longatti 20562249

A estação total ou Taqueômetro  é um instrumento eletrônico utilizado para medir distâncias e ângulos. Esse instrumento é uma espécie de mescla do teodolito eletrônico digital com o distanciômetro eletrônico, com a evolução de armazenar dados e executar cálculos, com o auxílio de trigonometria, é possível também determinar ângulos e distâncias do instrumento até pontos ainda desconhecidos. A informação pode ser enviada do teodolito para um computador e um software aplicativo irá gerar um mapa da área estudada. É constituído de uma luneta que pode ser rotacionada ao redor de um eixo vertical, nivelas esféricas ou tóricas e também parafusos nivelados da base.  Existem também estações totais com interface de GPS que unem as duas  tecnologias  (GPS – não necessita que os pontos a serem estudados estejam na linha de visão; Estação Total tradicional – medição de alta precisão especialmente no eixo vertical comparado ao GPS) e reduzindo as consequências das desvantagens de cada tecnologia (GPS – baixa precisão no eixo vertical e menor precisão sem longos períodos de ocupação; Estação Total – requer observações no campo de visão e deve ser feita sobre um ponto conhecido ou dentro do campo de visão de 2 ou mais pontos conhecidos).

Aplicações:
As estações totais são usadas em medições de pontes, barragens, hidrelétrica, explorações de minérios, levantamento topográfico e geodésicos.
Bibliografia:
http://www.leica-geosystems.com/downloads123/zz/general/general/brochures/Surveying_pt.pdf
http://sstopografia.com.br/como-funciona-e-pra-que-serve-uma-estacao-total/

Estações Totais - Ana Carolini F. Scalqueti 20132152 / Mayara Cougo 20675629 / Milena Viera 20625753 / Larissa Nagamine 20715423 / Victória Melo 20648607


O que é e para o que serve?

Estação total ou Taqueômetro é um tipo que equipamento moderno, para medições topográficas. Ele mede ângulos verticais e horizontais de uma distancia de 500 até 20.000 metros, que depende da quantidade de prismas usados para a reflexão do sinal.
Estação total é uma junção do teodolito com distanciômetro eletrônico. A diferença de um teodolito para a estação total é que o teodolito não salva as medidas calculadas, sendo assim teria que ser anotado em outro lugar.





Como funciona?

Para fazer a medição o equipamento tem que ser colocado em algum lugar livre de obstáculos, mirando-o no prisma. O prisma tem que ser colocado exatamente no local que quer medir. 
Então, o equipamento solta um raio de luz que reflete no prisma e volta pro equipamento fazendo todas as medidas dos ângulos e as distancias percorridas. As medidas são salvadas no aparelho, por um cartão de memoria. Depois é só baixar em algum computador e fazer o desenho do terreno que será construído. 




Algumas características:

A maioria desses equipamentos de estação total, medem ângulos através de um scanner eletro-óptico, atados em vidro rotativos que ficam dentro do instrumento. Existem tipos de alta qualidade que conseguem medir ângulos menores que 0,5. A maioria mede as distancias com precisão de 1,0 milímetro. Alguns modelos podem ser controlados por controle remoto, fazendo assim dispensando algum assistente para segurar a maquina sobre o ponto que esta sendo estudado. O próprio operador pode segurar o refletor e controlar a maquina á distancia por controle. 



Bibliografia: